Escreva o nome de um músico angolano e talvez encontre uma música nos resultados.

http://www.thefader.com/2008/10/15/ghetto-palms-afrohall-kubass-yaaaz-riddim/

Ghetto Palms: Afrohall / KuBass / Yaaaz Riddim

Every week resident FADER selector Eddie STATS runs through dancehall riddims and other artifacts from the ghetto archipelago.

For awhile I have been stockpiling extremophile musics that fall into the general category of African dancehall in anticipation of a day such as this one. Let me just go ahead and apologize in advance for the sound quality on this blend which is a mixture of youtube rips, pirate downloads via Angola, and badly pressed vinyl. Some of it is actually trying to be dancehall, ie the hypermelodic Ugandan reggae singer Ziggy Dee. Some of it is Angolan reggaeton-tempo stuff which is made by the same dudes who make kuduro, like on their day off I guess (or maybe this is what an Angolan “chill room” sounds like). Some of it (well, one of it) is a differently engineered dancehall remix of Beninese diva Angelique Kidjo that got commissioned for an Island 12” circa 1994. And some of it is just Esau Mwamwaya going afropop crazy over an Architecture in Helsinki instrumental.

(Editor’s Bonus: Download Esau Mwamwaya and Radioclit’s The Very Best mixtape… read on.)

Afrohall/Yaaaz blend:


Download: Ghetto Palms Afrohall Blend

Afrohall

Esau Mwamwaya, “Kamphopo” (UK/Malawi)

DJ Znobia, “Marimba Remix” (Angola)

DJ Marcelo, “E Lola” (Angola)

DJ Puma & MC Eddy vs 50 Cent, “Outta Control” (Tarrachinha youtube bootleg, Angola)

Ziggy Dee ft. Bobi Wine, “Sunda” (Uganda)

Angelique Kidjo, “Agolo MK Kombat mix” (Benin/France)

Yaaaz riddim

Bushman, “Clutch Back”

Buju Banton, “Di Flavor”

Lady Saw, “Hot and Hungry”

Vybz Kartel, “Ovadose mi Bankbook”

Demarco, “Tight P***y Walk” (edit)

New Kidz, “Wave Them Off”

The Angolan tracks are labeled as KuBass on the Kuduro Files music blog but elsewhere I have seen similar beats called Tarrachinha, with various different spellings. Tarrachinha must just mean something like “slow jam” because it also brings up masses of syrupy love songs if you google it. And just to make things more confusing, when I interviewed Znobia he used KuBass as a term to describe the housier version of kuduro that Buraka Som Sistema and other Lisbon DJs play. So there you go. I feel fully vindicated for making up shit like Afrohall and my general tendency to create endless neologisms for this column because, if it isn’t obvious by now THESE GENRES ARE NOT GOING TO NAME THEMSELVES PEOPLE.

Anyway, whatever you call it, it is definitely a distinctive thing unto itself and the major tropes seem to be: using auto-tune software to rap or sing in a scary high pitched poltergeist-voice, marimbas, weird aggro-electronic noises, remixing commercial hip-hop tracks like 50 Cent’s “Outta Control” that sound like they were taped off cable TV with a contact mic and then overdubbed with ridiculously, crystal clear percussion and distorted bass in a reggaeton kind of marching pattern. In other words, I love it and it really makes you realize that if reggaeton dudes came as off the wall original on an album track as Angolans do for a bootleg refix, Daddy Yankee might still be on top of the world instead of slumming for a McCain endorsement (just saying).

The 2nd half of the blend is dedicated to the Yaaaz riddim (I don’t know. I don’t know about the extra aa’s either.)–a series of 45s on the Gravi-T label maintained by Renaissance selector Jazzy T. Besides being a generally super influential sound in terms of breaking house and rap music in JA at their dances, Renaissance were also the prescientists who gave Busy Signal his first shot on record (“Step Out”, also on Gravi-T). This time out the newcomer to check is Buju protégé New Kidz. It’s one dude, FYI, and he doesn’t sound that young, but then again Buju sounded like a grizzled old man at 15, too, and he kills it on “Wave Them Off.”

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Rádio AnimAdão - As noites de Luanda têm música e um gosto muito especial. Desde que dêm para um pé de dança, as damas fazem a "ventoinha" e os cavalheiros acompanham. Vamos dançar? Este Podcast, onde se ouvem músicas angolananas e não angolanas que tocam nas pistas das discotecas de Luanda, é dedicado a duas das mais famosas discotecas-boîtes de Luanda: o Animatógrafo e a boîte Adão. Sempre a bater, estas duas discotecas atravessaram épocas, algumas bem difíceis, levantando sonhos, ilusões e o astral de muito folião noctívago.



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Tessalonissenses é um projecto musical nascido em Luanda-Angola, criado por Michel (Weather dos Ácidos) que é o cêrebro atrás da instrumentalização. Junto com Vanuza (Overkill Punk dos Ácidos) que era a vocalista principal, iniciaram o que era assim o "overstate reason" musicalmente, fundindo poemas metafísicos com electro-psicadélico. As primeiras experiências como “A estrada de Enoque”, “As faltas no cemitério” e “A Embaixada Apache U.R.S.S.”, alcançavam um certo extremo radical sonoro, onde tempos diferentes se fundiam para criar um só contratempo. Vanuza deixou os Tessa para cumprir uma jornada activamente mais religiosa, mas até à sua viagem colaborou com os Tessa também na edição do seu segundo projecto “A Cirurgia Vegetariana”, o qual era uma mixagem de rock tribal com techno. “No Caminho da Mutação” outro álbum tessalónico inédito muito mais agressivo, uma mixagen de gótico com techno. Bateria alta e poderosa, por cima dos sintetizadores TSH tocando sequências em longas catedrais, e as vezes até, complementando um baixo jazzístico. O novo projecto nasceu de músicas como “Pássaros Acabam na Panela”, “Technophorum”, e “No Caminho da Mutação” que deram uma influência mais dançante ao novo projecto.

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"De penas coloridas e missangas penduradas na Embaixada Apache O nosso velho que cavalga nas montanhas dos himaláias com as suas peles enroladas ao pescoço. "U.R.S.S." diz o seu crachá, que foi presente ganho do seu avô general lá no exército da outrora, o nosso índio sempre se orgulhará. A Embaixada Apache U.R.S.S. Sua tribo ao pé do rio quando desagua no mar ao vento vai refrescar-se sempre de manhã. Esporas colombianas e seu cinturão de couro, cabedal desfiado, suas pantalonas. Seu soviético idioma nunca esquecerá na Índia, E pergunta-me, porquê que os heróis só são lembrados no dia da sua morte e não no dia do seu nascimento?! O indiano da Embaixada Apache U.R.S.S."
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